Essa é a obra.
http://centraldestencil.blogspot.com/2007/04/essa-vai-em-cores.html
E abaixo o resultado dos experimentos de um dito "artista de plástico" q rouba a pele das paredes expostas nas ruas e expõe nas galerias para burguês ver, tudo assinado como trabalho dele. Ou seja, a rua privada de ver a sua expressão por conta da estupidez de um babaca mestrado em porra nenhuma. E uma merda dessa ainda diz q leu João do Rio (A alma encantadora das ruas).
Arte contemporãnea é o seu rabo!
Professor substituto? Eu sou mestre nas ruas.
Punk? Eu sou libertário.
Punk...punk cospe. Protesto de punk é cuspir!
Desculpe idiota! Não vou cuspir pq fiquei indeciso entre fazê-lo na "sua" obra ou na "sua" cara.
sábado, 1 de setembro de 2007
sexta-feira, 31 de agosto de 2007
É...a caravana não para...
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Manifesto
Cais
s. m.,
lugar que, à beira de um rio ou porto, serve para embarque e desembarque de pessoas e mercadorias; parte das estações do caminho-de-ferro ou do metropolitano em que se faz a descarga de mercadorias e onde embarcam ou se apeiam os passageiros.
Cais
Central de Artes e Imagem Stencil
movimento que, à beira de um rio, serve de embarque e desembarque de idéias e proposições; parte das ruas e praças onde se faz a "descarga" de imagens (sejam escritas, faladas, pintadas, cantadas, contadas...) e onde embarcam ou se apeiam os passageiros.
O lado Cais não vem da lama, nem da fama. Nasce dentro, corre nas veias, sobrepõe-se, recicla-se, volta ao seu estado original (ou não), segue o ciclo, sai da linha, fica online. É digital.
Corrosivo.
Bruxulesco.
Segue em frente, aglutinando idéias, sufocando ilusões, acordando os olhos, escavando a mente, destacando os detalhes. Os mínimos detalhes.
Os míseros detalhes.
Não se apóia nem se enfraquece. Não volta.
Se tu entra, se acostuma. Transforme-se.
Ao caos nunca mais.
Ao Cais.
Vire-se.
Ao avesso, se preciso.
Controverso se possível.
O mundo chama.
A arte clama.
O povo inflama.
O Cais proclama!
Sergim.
s. m.,
lugar que, à beira de um rio ou porto, serve para embarque e desembarque de pessoas e mercadorias; parte das estações do caminho-de-ferro ou do metropolitano em que se faz a descarga de mercadorias e onde embarcam ou se apeiam os passageiros.
Cais
Central de Artes e Imagem Stencil
movimento que, à beira de um rio, serve de embarque e desembarque de idéias e proposições; parte das ruas e praças onde se faz a "descarga" de imagens (sejam escritas, faladas, pintadas, cantadas, contadas...) e onde embarcam ou se apeiam os passageiros.
O lado Cais não vem da lama, nem da fama. Nasce dentro, corre nas veias, sobrepõe-se, recicla-se, volta ao seu estado original (ou não), segue o ciclo, sai da linha, fica online. É digital.
Corrosivo.
Bruxulesco.
Segue em frente, aglutinando idéias, sufocando ilusões, acordando os olhos, escavando a mente, destacando os detalhes. Os mínimos detalhes.
Os míseros detalhes.
Não se apóia nem se enfraquece. Não volta.
Se tu entra, se acostuma. Transforme-se.
Ao caos nunca mais.
Ao Cais.
Vire-se.
Ao avesso, se preciso.
Controverso se possível.
O mundo chama.
A arte clama.
O povo inflama.
O Cais proclama!
Sergim.
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
Aldeia do Velho Chico

Bom gnt, como deu pra notar passamos um tempo sem postar. Tudo isso por conta do evento do Sesc - Petrolina: Aldeia do Velho Chico. Estamos num gás louco e a produção tá a mil. Doideira total. Mas em breve colocaremos os bastidores da taba. Nossa parte (leia-se tb "nossa arte") ainda não começou.
Abs!
PS: Ali no meio tem umas "renners" mas é só pra compor a foto, relaxae q não abandonamos o mundo montana! hehehehehe!
Sergim!
terça-feira, 24 de julho de 2007
Dias de luta... em breve mais trampo nas ruas. Nas Luz!
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